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AS ORDENS DO AMOR

Por Cesar Colleti 9 de junho de 2016 2 min de leitura

“Muita gente julga que o amor tem o poder de superar tudo, que é preciso apenas amar bastante e tudo ficará bem. (…). Para que o amor dê certo, é preciso que exista alguma outra coisa ao lado dele. É necessário que haja o conhecimento e o reconhecimento de uma ordem oculta do amor. ”

                                                                             Bert Hellinger


Segundo Bert Hellinger, o criador das Constelações Familiares, ferramenta terapêutica que trabalha a (re)organização dos relacionamentos familiares, existem três Ordens do Amor que mantêm a harmonia dentro da família:

  • Pertencimento e Inclusão – todos têm o mesmo direito de pertencer à família, independente das suas atitudes, crenças ou comportamentos.
  • Dar e Receber – equílibrio entre dar e receber “amor”.
  • Hierarquia – os mais antigos vêm primeiro e os mais novos vêm depois.

Segundo esta terapia, se a família respeita estas três ordens a tendência é haver saúde física e emocional dentro do sistema, possibilitando o desenvolvimento natural dos seus constituintes. Problemas como falta de dinheiro, doenças, fracasso profissional ou relacionamentos podem ser vistos sobre este olhar, possibilitando entender o que está gerando o desequilíbrio. Honrar as nossas raízes significa reconhecer todos os que nos antecederam com amor e compaixão, sabendo que tudo o que viveram, do jeito que o fizeram, nos originou. A Constelação Familiar é uma ferramenta recente que tem sido reconhecida mundialmente pelos efeitos e resultados que proporciona a quem a procura, quer no âmbito familiar, quer no âmbito profissional, pois também pode ser aplicada em situações organizacionais, como é o caso de empresas, justiça e educação.

Para mais informações sobre o colunista visite: www.josesebastiao.net

*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

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