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CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Por Cesar Colleti 24 de agosto de 2016 3 min de leitura
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CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO. A confusão instalada há décadas.

Talvez a confusão entre os termos, tão utilizados por CEO’s do mundo inteiro,  pertencentes ou não ao setor de Marketing, tenha procrastinado decisões que resultariam, em grande escala, nos avanços tão discutidos em reuniões intermináveis, convenções da ONU, conferências mundiais sobre sustentabilidade entre tantas outras ocasiões, que, na maioria dos casos só servem para atrasar o progresso e a tão citada: CRIATIVIDADE.

CRIATIVIDADE:  De “criar”, que vem do Latim CREARE, “erguer, produzir”, relacionado a CRESCERE, “aumentar, crescer”, do Indo-Europeu KER-, “crescer”.

O leitor pode estar prestes a abandonar a leitura, mas vale insistir mais alguns minutos para entender a raiz do problema: “O Brasil não vai pra frente e Franca é o fim da linha”.

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Pensando no sinônimo “PRODUÇÃO” podemos concluir que CRIATIVIDADE não tem nenhuma relação com “sair da caixa”, “fazer algo muito diferente”. Acima de qualquer tom que uma ação produtiva “criativa” possa a prioridade está no: ACONTECER de maneira anormal, acima da média. Estou falando de RESULTADO, PRODUTO. O que de fato produziu os inúmeros brainstorms do departamento de marketing, regados a charutos cubanos e whisky escocês se foi só um gasto pela beleza da peça ou do discurso.

Resultado é o que esta peça ou discurso é capaz de produzir: Mudança de Comportamento, Educação, Evolução cultural, progresso, sensibilização, consciência. Poderia fazer uma lista enorme para o leitor.

Criatividade pode ter como foco, em prioridade, os efeitos que podem causar, pois as causas de sua demanda são geradas pelas pessoas ao longo dos tempos. Resumindo: Não dá para perder tempo “tocando de roda” nas causas. Precisamos entendê-la, enxergá-la e ponto. Ação. Não é por acaso que a palavra “ação” vem de carona: CRIAÇÃO.

Gostaria de encerrar, mas “peraí”!, você deve estar pensando: O que vem a ser inovação?

Você perceberá porque irei encerrar.

INOVAÇÃO:  Do Latim INNOVARE, “renovar, mudar”, de IN-, “em”, mais NOVUS, “novo, recente”.

Podemos afirmar então, que, A grande muralha da China, Taj Mahal, Machu Picchu e Cristo Redentor não possuem nenhuma relação com Inovação e sim CRIATIVIDADE. Muralhas já existiam, Taj Mahal não passa de um dos milhares de monumentos espalhados no mundo inteiro e o Cristo não preciso nem falar. Inaugurado em 12 de outubro de 1931. Uma réplica em tamanho mega ampliada Daquele que nasceu 1931 anos atrás. Quanto a Machu Picchu lendas rezam mistérios, mas não passam de lindos muros num lugar, também, lindo.

Migração do Serengueti, Ilhas Galápagos e Grand Canyon já não podemos contestar tanto. Nunca existirão iguais com tamanha, embora não se meça, AUTENTICIDADE ou INOVAÇÃO.

O que mais podemos intitular de inovador?

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.