O título sugere uma breve passagem pela vida de seu “ponto de partida” ao “ponto final”. E no meio disso tudo haja dor.
Um tema que tem chamado atenção por diversos motivos. Vivemos uma Olimpíada e atleta sofre pela vitória. Antes, durante e depois. O estado islâmico se espalha. O fanático sofre, o povo sofre, as forças armadas parecem que não, mas sofrem. As corporações não conseguem se reinventar e se perdem meio a técnicas para lidar com geração y, z, millenials, entre outros. As empresas sofrem. Sofrem com a política, com a Economia, com os relacionamentos, com os desafios.
Dificilmente haverá uma esquina em um “Admirável mundo novo” onde não haverá algum tipo de sofrimento de “tocaia”.
Há criatividade no sofrimento?




