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EPIDEMIA ZICA VÍRUS

Por Cesar Colleti 16 de fevereiro de 2016 4 min de leitura

Estamos vivendo uma grande batalha contra a epidemia causada pelo Zica vírus. E para vencermos esta luta precisamos nós cidadãos e órgãos públicos ou seja, a sociedade brasileira precisa ser mobilizada para se unir no combate incansável e diário do mosquito Aedes aegypti, através de medidas simples e conscientes.

Precisamos fazer a nossa campanha, engajados firmemente na “Campanha de Combate ao Aedes Aegypti”, que tem o objetivo de eliminar os criadouros deste mosquito.
Vamos fazer o nosso dever de casa:
Manter caixas d’água, cisternas, poços ou recipientes limpos e bem tampados, não permitir água parada em terreno ou laje, não jogar lixo em terrenos baldios, colocar areia nos pratinhos de plantas e ainda guardar pneus, garrafas em locais secos.
Estes são alguns cuidados que diminuem a proliferação do mosquito transmissor de diversas doenças, como a dengue e as febres chikungunya e amarela, além do zika vírus.

Vamos levar esta nossa campanha que começa dentro de nossas casas, para os lugares que frequentamos como padarias, supermercados, açougue, igrejas, escolas, campo de futebol, sindicatos e outros.
A sociedade precisa se conscientizar que ela é o principal agente de prevenção e combate ao mosquito transmissor.

A batalha contra as doenças associadas ao mosquito só será vencida definitivamente com o desenvolvimento de vacinas que está sendo pesquisada pelos nossos laboratórios em parceria com outros países mas que, até lá, o único método efetivo é a não proliferação do Aedes, ou seja atuarmos na prevenção.

Veja a entrevista com os dados mais recentes sobre a Epidemia por Zica, que selecionei para você ler:

Um dos mais respeitados infectologistas do Brasil, o professor e ex-diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde de São Paulo, Marcos Boulos, acredita que o nosso País vive atualmente a maior epidemia já registrada no mundo por zika vírus.

Em entrevista concedida ao programa Espaço Público, da TV Brasil, na última terça-feira (12), o especialista defendeu o combate sistemático ao mosquito Aedes aegypti, transmissor não apenas do zika vírus, mas também da dengue e da febre chikungunya. Para ele, as prefeituras brasileiras erraram ao não manter um grupo técnico permanente de controle do vetor.

Precisamos conhecer melhor o zika vírus para saber no que ele pode se transformar. Estamos assustados com os para-efeitos, as coisas que estão acontecendo por causa do vírus”, declarou.

“É preocupante as pessoas quererem engravidar sabendo que, se houver zika vírus, podem, eventualmente, ter uma criança com problemas e isso vai atrapalhar a vida e o desenvolvimento dessa família.”

É grave a situação Um novo balanço divulgado neste último dia 12 pelo Ministério da Saúde, revela que 3.530 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao zika vírus em recém-nascidos foram notificados no País entre 22 de outubro de 2015 e 9 de janeiro. O boletim também traz a confirmação de que a morte de dois recém-nascidos e dois abortos de bebês com a malformação no Rio Grande do Norte foram em decorrência da doença.

As notificações da malformação estão distribuídas em 724 municípios de 21 Estados. Pernambuco, o primeiro a identificar aumento de microcefalia, continua com o maior número de casos suspeitos (1.236), o que representa 35% do total registrado em todo o país. Em seguida, estão Paraíba (569), Bahia (450), Ceará (192), Rio Grande do Norte (181), Sergipe (155), Alagoas (149), Mato Grosso (129) e Rio de Janeiro (122).

Espero que você tenha gostado e que eu tenha te inspirado à entrar nesta “Campanha de Combate ao Aedes aegypti”.

Conto com você!

Um abraço,

Maria Célia,

Legado de Maria

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