De maneira geral “A ESCOLHA” deixa um rastro de dúvida quanto ao que poderia ser mais próximo do autêntico, do físico.
Meio a crise política e econômica, perdem-se os parâmetros sobre a quem eleger, perdem-se os critérios sobre o trabalho em equipe e suas lideranças nas corporações, fica turva a visão do propósito da família e os valores que qualificam o SER e as CORPORAÇÕES tornam-se cada vez mais vagos e teóricos.
O fordismo, do capitalismo pesado, comentado por Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida, era o mundo de quem ditava leis, o mundo de homens e mulheres dirigidos por outros.
O excesso de autoridades cancelam-se mutuamente e a autoridade mais efetiva é a de quem escolhe, segundo Bauman. O “eleitor” da autoridade a torna autoridade, que terá como missão agradá-lo, tenta-lo e seduzi-lo para ali permanecer.




