De maneira geral “A ESCOLHA” deixa um rastro de dúvida quanto ao que poderia ser mais próximo do autêntico, do físico.
Meio a crise política e econômica, perdem-se os parâmetros sobre a quem eleger, perdem-se os critérios sobre o trabalho em equipe e suas lideranças nas corporações, fica turva a visão do propósito da família e os valores que qualificam o SER e as CORPORAÇÕES tornam-se cada vez mais vagos e teóricos.
O fordismo, do capitalismo pesado, comentado por Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida, era o mundo de quem ditava leis, o mundo de homens e mulheres dirigidos por outros.
O excesso de autoridades cancelam-se mutuamente e a autoridade mais efetiva é a de quem escolhe, segundo Bauman. O “eleitor” da autoridade a torna autoridade, que terá como missão agradá-lo, tenta-lo e seduzi-lo para ali permanecer.
Antes de tudo há de se pensar que pessoas e empresas querem chegar à algum lugar, de alguma forma. Então o cerne dos resultados parece estar concentrado na interdependência entre os seres, recursos e hierarquias priorizados na melhor ordem, se possível, a partir da razão:
Objetivo Comum:
Gerar resultados em seus mais diversos níveis. De Quantificáveis à Qualificáveis. Razão = Fazer o que precisa ser feito com Qualidade e Produtividade.
Entram em cena as ESCOLHAS, que na atualidade não demonstram, nem de longe, CRIATIVIDADE.
É preciso refletir que escolhas pautadas em fragmentos de alegria proporcionados por líderes ou autoridades não são dotados de estabilidade e aqui define-se a questão que alinha o funcionamento das coisas: O QUE escolher e QUEM escolher.
Individualidade Intelectual, Densidade e Poder
Nesta etapa, pessoas e corporações, interdependentes, cruzam seus recursos de maneira organizada e operam o plano.
Hierarquia
Necessária, porém sem objetivo comum, humildade e talentos múltiplos será apenas uma linha para definir àquele que terá melhor poder emocional sobre pessoas.
*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


