Em 16 de fevereiro, escrevi aqui, um artigo que refletia a transição do mundo e seus hábitos de vida atuais – entre vários outros conceitos – para um mundo subjetivamente NOVO.
Para ler a 1ª parte: http://www.jornaldafranca.com.br/fim-de-um-mundo
Gostaria, nesta segunda parte, concentrar nossa leitura nos recursos do pensamento e intuição.
Não se trata de uma questão patriota, de gênero, de raça, política ou econômica. Leva-se um tempo para compreender de maneira superficial cada um dos temas citados neste parágrafo.
País, gênero, raça, política ou economia são meras circunstâncias. Pense em cada um dos temas e tente compreender as raízes do que são agora ou do que sempre foram.
Porque um país se torna o que é, porque um homossexual tem a própria condição tão questionada, porque raça ainda é caractere de critérios, porque há na política tudo que vemos no mundo inteiro e porque economias despencam.
Dá um pouco de trabalho entender o mínimo de maneira imparcial. É mais fácil protestar na rua. Experimente perguntar aos cidadãos nas ruas de protestos sobre sua demografia e o motivo que os leva até lá e qual solução daria?
Pensar dá trabalho. Contar com a intuição dá medo.
Questione os métodos de vida que o trouxe até aqui. O que faz pelo seu bairro? Pelo seu município? Não estou aqui falando de bandeiras políticas. Todas elas, sem exceção, em nosso país, estão desmoralizadas no mundo inteiro.
Deixar ideologia de gênero tomar conta de longas horas até dentro da própria igreja é demonstrar quão ignorantes somos perante os fatos da genética ou dos próprios ensinamentos espirituais que emancipam o julgamento humano que exclui quem não se enquadra às normas humanas e comunitárias.
Raça. Pelo amor de Deus, ou da ciência se você é ateu. Cotas? Ódio? Preconceito intrapessoal?
Política, Recessão, Desemprego?
São tão bárbaros os fatos, mas o que a maioria, O POVO, continua repetindo, sem sucesso na ilusão de resolver as coisas que não estão pedindo solução.
Uma porque não precisam de solução mesmo por serem tão obvias, outras por pedirem soluções pensadas, arquitetadas e a maioria pedem apenas ATITUDES. Atitudes simples, gestos humanos. Algo além de passeatas. Me desculpem, mas não está funcionando.
Romper barreiras e vícios é algo complicado. Pede pensamento e o tal do “pensa rápido” não funciona, pois, pensar com mais pessoas visa objetivos de longevidade, progresso e grandeza. Vai tempo.
Romper barreira e vícios é algo complicado. Pede intuição. Você que graduou, especializou, “mestrou”, doutorou e já fez até curso de sobrevivência em Marte. Você tem ideias, suas, só que elas só brotam se colocar pra fora, brigar por elas, convencer, provar que pode. Só que isso dá trabalho.
O progresso não está amarrado ao “o que fazer” nem em “quem vai fazer”, mas ao grupo que vai fazer.
Mãos à obra. Desliga a TV, substitua os assuntos, duvide da internet, leia um livro, grife, leia mais uma vez o que grifou e mãos à obra.
Durante muito tempo e em muitos lugares fui observado e criticado por pensar e apresentar ideias minhas enquanto o mundo dispara freneticamente fazendo um tanto de coisas sem ao mesmo saber para onde está indo – só porque leu num livro, um grande cara falou – onde está pisando, sem indicadores, quem dirá, de que está no caminho com maiores probabilidades de sucesso.
Sabe porquê? Pensar dá trabalho. Intuição pede coragem e quando o mercado grita: QUERO ISSO: Aparece um tanto de gente querendo fazer a vontade de todos. Mimando e dando margem, na maioria das vezes pra coisas banais.
Pense na célebre frase de Steve Jobs: Como as pessoas vão querer algo que ninguém mostrou a elas?
Pensamento, Intuição, Trabalho, muito Trabalho e muita paciência com “Sabichões e suas certezas movidas de uma manchete de um site que não se sabe quem escreveu”.
O mundo NOVO requer uma agência (grupo de pessoas) que acionem o progresso. Pensadores. Intuitivos. Trabalhadores. Pacientes.
*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


