Em 16 de fevereiro, escrevi aqui, um artigo que refletia a transição do mundo e seus hábitos de vida atuais – entre vários outros conceitos – para um mundo subjetivamente NOVO.
Para ler a 1ª parte: http://www.jornaldafranca.com.br/fim-de-um-mundo
Semana passada falamos sobre Pensamento e Intuição: http://www.jornaldafranca.com.br/fim-de-um-mundo-l…
Gostaria nesta terceira parte, concentrar nossa leitura no fenômeno da aceleração.
A tecnologia encurtou espaços, praticamente o anulou. Podemos em poucas horas viajar para outras cidades, ou na impossibilidade ligar para outros telefones, Skype, Whatsapp; INSTANTANEAMENTE.
Fim de um mundo, começo de outro. Evolução, Pensamento, Intuição. Quando o tempo é curto – e está cada vez mais curto – entra em cena a exigência da aceleração, que nada mais é do que fazer o mesmo ou melhor em menos tempo.
É pra ontem, é pra já, urgente. Expressões cada vez mais presentes em nosso cotidiano.
É uma tentativa de antecipar e antecipar é trazer o que está na frente para um tempo que não é seu por direito. O presente. Gera vantagens à agência (grupo de pessoas) capaz de trazê-las mais rápido.
Nesta breve reflexão provoco você a imaginar o que está procrastinando de hoje para amanhã para trazer o de amanhã para o presente.
Prioridade? Quais são os critérios?
Se o critério foi concebido através do pensamento, organizado a partir da intuição são grandes as probabilidades de equilibrar o tempo empenhado sem ignorar o presente, pois é neste que construímos o futuro.
Quem será teimoso o bastante para firmar a estratégia enquanto o mundo inteiro desiste e traça um novo caminho abusando da aceleração, procrastinando tantas coisas que encontrará lá na frente. E o que fará com aquilo que não é mais possível resolver?
*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


