As notícias não são boas.
As manchetes densas, as informações que nos impactam diariamente em nas redes sociais baseadas em nossos interesses, na maioria das vezes, tem como objeto vender alguma coisa.
Crise política, econômica, ascensão da ressignificação das coisas, nos divãs, holísticos, freudianos, lacanianos, “junganos”, etc. Florais de Ba ou Cristais de OZ. As pessoas meio a este turbilhão de acontecimentos e cuidados, preventivos ou remediativos, parecem um povo que busca esconder-se da tempestade.
São tantas as interpretações e a mais popular: “É o fim do mundo” toma conta das conversas de boteco, dos cafés, bancas de jornal, reuniões, pontos de ônibus.




