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Gafes nos tribunais II

Por Cesar Colleti 10 de junho de 2016 2 min de leitura

Continuando a crônica da edição anterior, vamos, então, às “gafes tribunalícias”, transcritas do livro “Desordem no Tribunal”, retiradas de atas das audiências, no formato pergunta e resposta.

P: Qual a data do seu nascimento?
R: 15 de julho.

P: De que ano?

R: Todo ano.

…..

P: Essa doença, “miastenia gravis”, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu me esqueço das coisas.
P: Você esquece… Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

…..

P: Que idade tem seu filho?
R: 38 anos.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: 45 anos.

…..

P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela  manhã?
R: Ele disse: ‘- Onde estou Bete?’
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Célia.

…..

P: Doutor, é verdade que, ao morrer dorminodo, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?

R: (Perito médico) Não!… Logo que chegar ao céu ou ao inferno.

…..

P: Seu filho mais novo, o de 20 anos…
R: Sim…
P: Que idade ele tem?

…..

P: Sobre esta foto sua…  O senhor estava presente quando ela foi tirada?

…..

P: A data de concepção do seu bebê foi oito de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo naquele momento?

…..

P: Ela tinha três filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos meninos?
R: Nenhum
P: E quantas eram meninas?

Continua

*Esta coluna é semanal e atualizada às quintas-feiras. 

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