Não basta ser simplesmente bom e não ter uma vida nova. Ser bom por ser bom não compensa. Até porque o “bom absoluto”, além de não existir é um perigo para quem se convenceu de ser bom o bastante.
Oscar Niemeyer disse em uma das suas últimas entrevistas: “Cada um vem aqui, escreve a sua história e vai embora.” Será que as histórias na quais acreditamos já foram ao menos iniciadas?
Refletiremos sobre algumas formas de iniciar uma história que só tem utilidade reflexiva e inspiratória, até porque cada um deve escrever a sua. Não seria bem “forma de iniciar”; mas uma coisa é certa: O começo é inevitável.
Há quem diga sonhar em escrever um livro, fazer um intercâmbio ou revolucionar os negócios da empresa. É bom sonhar, mas estas coisas que citei no início deste parágrafo são sonhos prontos.
Há um abismo entre o começo e o fim do livro, uma ponte extensa entre estudar inglês e ter fluência na língua e uma longa jornada repleta de madrugadas em claro por uma startup vendável.
Como citado no primeiro parágrafo do texto o conformismo e a arrogância fazem do homem um ser limitado, incapaz até de realizar os próprios sonhos, quem dirá contribuir com a sociedade, com o mundo.
As pessoas de maneira geral respiram uma cultura ilusória de vida. E quando respiramos mágicas, transpiramos qualquer coisa disposta a sair da cartola. Vida movida a sorte e surpresas.
Os vilões:
- Querer viver a história do outro:
- Acreditar piamente na CIÊNCIA e quase nada em SI.
- Falta de Gestão de Tempo:
O outro chegou lá com os recursos dele, porque acreditou, tinha talento, sorte e trabalhou muito. Talvez você tenha que trabalhar o dobro. Acredita? Mãos à obra. Nada de culpar o OUTRO, O MERCADO, ETC.
É aquela história: Veja meu curriculum, quantos cursos fiz, visitei vários países, defendi uma tese em Harvard, ganhei um leão em Cannes. Nada disso é bobagem como protestam os “Extremamente Práticos”, mas o mundo, a vida e os negócios mudam quando você aplica, não quando você guarda. E cada um tem seu estilo de aplicar, que, em algumas situações é tão autêntico e ousado que passa a ser admirado e classificado como inovador.
Já escrevi aqui e em outros canais, várias vezes sobre este assunto: TEMPO. O grande problema é que nem sempre somos senhores dele, principalmente enquanto colaboradores de empresas tradicionais que não largam o osso.
Algumas coisas que queremos não são conquistadas do dia para a noite. Há um manancial de variáveis que são conectadas para nos levar a algum lugar.
Como é um manancial é muito simples se distrair, procrastinar, perder o foco e desistir.
Gerir tempo requer método, ou seja, do ponto A ao B o que farei para chegar lá em quanto tempo e de que forma isso pode ser encaixado, priorizado em minha rotina e como acompanharei isso? Esta é a pergunta:
Você vai registrar a trilha para chegar lá com dias, horas, tarefas nem que seja num papel de pão e se guiará por ele todos os dias? Isso faz sentido pra você?
Para saber mais sobre gestão de tempo, assista este vídeo de um dos maiores especialistas no assunto que já conheci:
*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


