Mais um ano velho se vai, enquanto o ano novo bate à porta. Separados por 365 dias, os dois anos se encontram de raspão, meia noite do dia 31 de dezembro. Um ciclo que termina e outro que começa. A vida é assim mesmo, feita de ciclos, de partir e chegar, de dormir e acordar, de começar e tentar acabar para completar mais um ciclo.
A festa, a comemoração pelo fim do ano velho e o começo do ano novo serve para motivar as pessoas a, outra vez, determinar mudanças que esperam conseguir fazer no novo ano e avaliar as que conseguiram fazer no ano velho.
A cada ano novo que chega, a cada ciclo que termina, parece ser a hora de reescrever a sua estória, renascer das cinzas, derrubar as paredes e finalmente, soltar as amarras e navegar por um ciclo novinho em folha de realizações e felicidade.
Na verdade, não precisamos efetivamente esperar a passagem de ano para fazer tudo isso. A presença real não está no ano passado ou no ano que vem, está aqui e agora. É sempre hora de se perdoar, de perdoar a quem nos tem ofendido, de despertar e agir por um mundo melhor, especialmente ao seu redor, propagando o bem em ondas, de alma em alma.




