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Revolução Criativa Celular

Por Cesar Colleti 14 de setembro de 2016 4 min de leitura

É saudável observar o comportamento humano, além de fomento à criatividade por um mundo melhor.

Episódios bíblicos, entre outras histórias sobre o avanço da ciência perante a física e a astronomia, ambos abrigados nos Macro Temas: Fé e Razão ilustram bem o comportamento criativo abandonado há séculos por conta de mesquinharias emocionais e monetárias.

Moisés, em sua longa travessia de 40 anos, rumo a Terra Prometida e Copérnico, em seu minucioso estudo comprobatório do movimento terrestre, intitulado em 1540: “Primeiro Relato” (Estudo que durou 25 anos) são exemplos de que Resultados e Respostas têm bússola e que é preciso caminhar estrategicamente.

A longa jornada de Copérnico tinha como objetivo reformar o calendário da igreja católica. Isso mesmo. Daí a origem dos estudos. Quando solicitado em 1515, por seu conhecimento matemático a realizar a tal reforma, recusou-se por não conhecer de maneira cirúrgica o movimento dos astros.

Inspirados neste episódio, podemos traçar um paralelo (incomparável visto os recursos tecnológicos atuais) entre o processo de construção de ideias EXCELENTE da época e a “anemia atual”.

O comportamento frenético e caótico de pessoas e profissionais têm feito do mundo um lugar de convivência. Engole-se sem sentir gosto.

Um exemplo clássico das marcas em redes sociais é insistir em abarrotar sua fanpage de conteúdo, sem estratégias ads, simplesmente lá, na ilusão de que muitas pessoas irão lá e as vendas vão melhorar. O ponto é QUALIDADE e não quantidade.

De volta ao tema, basta observar que, diante das dificuldades de relacionamento, pessoal ou profissional as desculpas são sempre as mesmas: “É assim mesmo”, “É a vida”, “É convivendo que se vive melhor”, e por aí vai. Uma coleção interminável de paradigmas que nos colocam na condição de pessoas alheias ao morno, ao mais ou menos, ao “vai levando”.

E este “Quase” tem construído barreiras enormes entre o que se quer e o que se faz pra chegar lá.

Talvez o “Quase” de um é “Tudo” para o outro. Certo? Errado.

Comparações como o que “come” o rico e o que “não come” o pobre só servem pra gerar conformismo, letargia, regresso e afastar da situação a responsabilidade política e social, da qual fazemos parte.

Há um abismo enorme entre o que um profissional precisa fazer pra gerar resultados e o que o as ditas “lideranças” mandam fazer.

Há um abismo enorme entre o que esposa precisa fazer para o bem-estar da família e o que o marido quer na hora e vice-e-versa.

O PENSAMENTO tem sido abandonado. Experimente pensar antes de responder ou pedir um tempo para estudo e reflexão para instalar no relacionamento profissional ou pessoal, julgamentos e crenças sem fim, rótulos intermináveis e atitudes incorretas e destrutivas diante de leituras incorretas entre os indivíduos. Pedir um tempo hoje em dia é uma ameaça.

É preciso estabelecer uma visão clara de qual é nossa “Terra Prometida” o que precisamos fazer antes de “Reformar o Calendário”, quais valores e recursos devemos explorar para que dia a dia possamos avançar degustando cada centímetro deste caminho. Isso é vida, o resto é “CO-VIDA”.

Evolução e Progresso se constroem com pensamento e trabalho inteligente.

É necessário compartilhar pensamentos com quem pensa. Os estudos de Copérnico só foram concebidos em 1540, próximo de sua morte, envolvendo nomes como: Andreas Osiander, Giordano Bruno, Galileu Galilei, Johannes Kepler, entre outros para sustentação e realização de suas teses.

O nível intelectual e ideias de um precisa encontrar-se com níveis iguais ou superiores de outros antes que seja proposto à sociedade.

É necessário que haja cruzamento de raciocínios, pensamentos e ideias. Isso potencializa nosso “Primeiro Relato” e torna possível o nascimento de soluções e resultados capazes de fazer do mundo um lugar de VIDA.

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.

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