Mais de 50% das crianças assistem a vídeos curtos no YouTube e TikTok. Neuropediatras e pediatras alertam: o excesso pode causar dependência digital e prejudicar o desenvolvimento cerebral (Foto Arquivo)
Um levantamento da Hibou Pesquisas e Insights revelou que 54% das crianças passam a maior parte do tempo assistindo a vídeos curtos no YouTube e 41% no TikTok. Plataformas como Netflix e Disney+ — focadas em conteúdo mais longo — vêm perdendo espaço.
Segundo Ligia Mello, diretora da Hibou, essa mudança mostra que as telas dos celulares estão substituindo a TV. “Esses vídeos rápidos são viciantes e exigem mais controle dos pais sobre o tempo de uso”, alerta.
Cérebro viciado em dopamina




