No Brasil, a presença de animais de estimação entre idosos é mais comum do que se imagina: um estudo publicado na revista científica Evidência aponta que cerca de 69% dessa população convive com pets, evidenciando o papel desses animais como companhia e suporte emocional na terceira idade.
Em um cenário de aumento do número de pessoas que vivem sozinhas, cães e gatos deixam de ser apenas companhia e passam a ocupar um lugar central na rotina, contribuindo para o bem-estar, a criação de vínculos e até para a ressignificação do cotidiano.
Essa relação é retratada de forma sensível no livro “Quando o gato vira gente”, da autora Doroti Cercato, que narra sua experiência ao resgatar um gato abandonado e acompanhar seu desenvolvimento ao longo dos anos.
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