No
próximo mês de julho, profissionais de vários segmentos
profissionais que quiserem se candidatar a vereador terão de se
afastar de suas funções. É o caso, por exemplo, de médicos
credenciados pelo Sistema Único de Saúde – SUS -, diretores,
vice-diretores e professores de escolas públicas e policiais civis e
militares.
De
acordo com o TSE – Tribunal Superior Eleitoral – são três lotes
de afastamento: o primeiro, com seis meses de antecedência, o
segundo com quatro meses e o último bloco tem que se afastar de suas
funções a 90 dias das eleições.
Segundo
a legislação eleitoral, algumas outras atividades não exigem
afastamento. É o caso, por exemplo, de funcionários de sindicatos,
prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e advogados.
O
último caso de afastamento não realizado que gerou repercussão em
Franca foi o da delegada Graciela David, que deveria ter se afastado
no início deste mês para se candidatar a prefeita, o que não
aconteceu. Acompanhe
a relação:




