Campanha curta, dinheiro também. As novas regras eleitorais e a avalanche de gente má presa pela Lava Jato devido aos petrolões da vida mudam em muito o cenário eleitoral deste ano em Franca.
Além das dificuldades de arrumar dinheiro – tanto no caixa limpo, quanto no caixa dois – os limites impostos por resolução do Tribunal Superior Eleitoral para os gastos em 2016 foram baseados numa realidade de quatro anos atrás.
Gastar com santinhos, panfleteiros, marqueteiros, produção de programas de rádio e TV e comícios, entre outras despesas vai exigir, portanto, muita criatividade.
E quem administrar bem a campanha, certamente se mostrará preparado para administrar uma cidade com 321 mil habitantes.




