A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou ontem terça-feira, 14, o Plano Estadual de Educação, um ano após o prazo previsto em lei para Estados e municípios.
A votação foi marcada por protestos de professores e estudantes, que queriam a inclusão de uma proposta de financiamento para o cumprimento das metas e a discussão de gênero e diversidade sexual nas escolas.
O plano traça 23 metas a serem cumpridas nos próximos dez anos. A proposta segue agora para a sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O texto aprovado é praticamente a íntegra da proposta enviada pelo Executivo. Houve apenas uma modificação, feita a pedido da Apeoesp (principal sindicato estadual dos professores) para destacar a regularização da situação de professores temporários. Institui-se assim um cargo único para os professores, com diferenciação salarial apenas de acordo com a formação.




