Foi encerrada, nesta quinta-feira, a fase de tomada de depoimentos pelos membros da Comissão Processante instaurada na Câmara Municipal que faz a apuração sobre eventuais crimes político-administrativos que teriam sido cometidos pelo prefeito Alexandre Ferreira (PSDB), nos anos de 2014 e 2015, quando da contratação do ICV (Instituto Ciências da Vida).
Os depoimentos foram abertos com o consultor de contratos, convênios e aditamentos da Prefeitura, Hélio de Moura, que respondeu aos questionamentos dos denunciantes, jornalista Marcelo Bomba e o servidor público Paulo Dimas, da defesa do prefeito e do relator da comissão, Márcio do Flórida (PDT).
A seguir, foram colhidos os depoimentos do procurador-geral do município, Joviano Mendes, que se negou a responder às perguntas da acusação. O mesmo direito foi utilizado pelo servidor do setor de Auditoria e Controle, Jerônimo Sérgio Pinto.
O depoimento do prefeito Alexandre Augusto Ferreira foi o último. Ele decidiu, ao contrário das testemunhas, responder às perguntas dos denunciantes, assim como dos advogados de defesa e membros da Comissão Processante. Em todos os momentos, tem a existência de crimes na contratação do ICV.




