Em 2012, quando foram realizadas as últimas eleições municipais, a essa altura, as campanhas dos candidatos a prefeito e vereador estavam prontas, pois o período eleitoral era de, legalmente, três meses.
Este ano, com as mudanças impostas pela Justiça Eleitoral, a campanha começará oficialmente em 15 de agosto. Serão 45 dias para que os candidatos à reeleição, os que já estiveram no poder e querem voltar e os novatos conquistem o máximo possível de votos.
No caso dos candidatos a vereador, há um hiato entre os que já estão no cargo e os que querem voltar ou entrar. O primeiro grupo está em evidência, visitando os bairros, conversando com as pessoas, obtendo melhorias para os bairros ou para grupos específicos e, claro, ganhando votos.
O segundo grupo, dos vereadores que já estiveram no poder e querem voltar, tem com o que barganhar os votos dos eleitores, pois já trabalharam e tiveram mandatos, mas isso já está no mínimo há quatro anos de distância. Não é fácil fazer com que os eleitores se relembrem.
Para os novatos, o desafio é de, num tempo reduzido, convencer as pessoas. Neste caso, levará vantagem quem tem algum tipo de trabalho profissional ou social específico que tenha o poder de arregimentar eleitores.
Para os que chegam com as mãos “abanando”, porém, com pouco tempo e várias limitações de campanha, a solução será partir para o famoso “boca a boca” e ter como grande aliada a sola do chinelo.



