Em qualquer cenário da vida moderna está mais do que saturado em observações empíricas ou pesquisas científicas aprofundadas a forma como os seres humanos se relacionam com o sofrimento.
Dentre os cenários podemos destacar os principais: VIDA e TRABALHO.
Na vida temos exemplos – embora eu não queira aqui, classificar ou colocar a riqueza humana dentro de quadradinhos ou categorias – a menina que busca o marido perfeito, o jovem que almeja ser bem-sucedido nos negócios, o idoso que busca a paz absoluta, o líder que nunca encontra a fórmula perfeita de lidar com pessoas, o adolescente diante da impotência de seus argumentos lógicos e rebeldes contra os pais experientes. O empreendedor bem-sucedido que quer replicar seu modelo de ser empessoas que não são ele. Daria uma lista interminável de indivíduos diante de seus desafios, ou melhor, CONFUSÕES e é por isso que o saco não tem fundo e a conta não fecha.
A maior parte do tempo tem sido tomada em pensamentos, reflexões e arquiteturas, processos e projetos ou para amenizar problemas que precisam apenas ser suportados ou erradicar o sofrimento. E no meio de toda essa maratona sem fim destaca-se quem cair por último. Isto é infantil, isto não cria e sim: ABORTA ou faz nascer prematuro, ainda com mais problemas.




