O tabagismo é reconhecido como doença crônica. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o tabagismo como a dependência da droga nicotina, presente em qualquer derivado do tabaco, seja cigarro, cigarrilha, charuto, cachimbo, cigarro de palha, fumo de rolo ou narguilé.
Seus efeitos à saúde se dão tanto para os fumantes ativos quanto para os passivos, aqueles que inalam a fumaça ambiente, além de ser fator de risco para mais de 50 doenças, e a maior causa de morte que poderia ser evitada.
A cada tragada de um cigarro, um indivíduo inspira mais de quatro mil substâncias, entre elas a nicotina, o alcatrão, o monóxido de carbono, e mais outras 60 que são comprovadamente cancerígenas.
Além do câncer, doenças que muitas vezes não são relacionadas podem ser causadas pelo cigarro como a psoríase, a catarata, a menopausa precoce e até rugas profundas.
Já os fumantes passivos têm risco 30% superior de desenvolver um câncer de pulmão quando comparados com os que ficam longe da fumaça. Para o fumante passivo, o tabagismo é a terceira morte evitável.




