Atualmente, o padrão de comportamento dos funcionários mais jovens de qualquer empresa se destoa claramente daqueles mais velhos. Isso é consequência da entrada da chamada geração Y no mercado de trabalho. No entanto, as diferenças se tornam ainda mais gritantes (e potencialmente problemáticas) no relacionamento dessa geração com seus líderes e chefes. Por isso, chefiar uma equipe de pessoas jovens pode se tornar um grande desafio, caso o líder se deixe levar por todos os estigmas que cercam esses novos profissionais.
Assim como toda geração, as pessoas que forma a geração Y, composta por quem nasceu entre 1981 e 1994, possuem características comportamentais muito similares entre si. Contudo, isso não significa que existe uma receita pronta sobre como liderá-los. Mas para sorte daqueles que estão à frente das empresas, existem algumas dicas que podem auxiliá-los nessa jornada de novos desafios. Confira algumas logo abaixo:
1. Lado A Lado – Um dos pontos que têm gerado atrito entre líderes e liderados é a questão hierárquica. Encabeçadas pela geração Y, os novos profissionais não têm se encaixado mais nesse modo de trabalho, preferindo uma relação mais horizontalizada e de troca de experiências e conhecimentos.
Nesse sentido, é preciso que o líder atualize seu próprio comportamento, a fim de garantir maior eficácia dos liderados e maior entrosamento da equipe. O presente está sendo alterado gradativamente e cada vez se distancia mais dos modos de trabalho engessados e hierárquicos.




