A greve dos bancários chega ao seu 28º dia e ainda não há previsão de acordo entre a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e o Comando Nacional dos Sindicatos. A última reunião aconteceu no dia 27 de setembro, mas não houve negociação.
Na 10º rodada de reuniões, a federação ofereceu reajuste salarial para a categoria de 7,7% mais abono de R$ 3,5 mil, incluindo 0,5% de aumento real (acima da inflação) no ano que vem, mas o acordo não foi fechado, pois os bancários alegam que o índice não chega nem perto da inflação, que está em 9,7%.
Não há nova reunião marcada para discussão de novas propostas. No entanto, bancários em todo o país fazem assembleia nesta segunda-feira, 03, para avaliar o movimento.
Os bancários pedem 14,78% de reajuste para que seja reposta a inflação de 9,78% e haja ganho real de 5% nos salários. Também é pedido que piso salarial seja fixado conforme o salário-mínimo necessário aferido pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que chegou ao valor de R$ 3.991,40 em agosto deste ano. Além disso, eles pedem participação nos lucros ou resultados (PLR) correspondente a três salários mais R$ 8.317,90.




