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IANSA, entidade de apoio a pacientes com câncer pode ter utilidade pública

Título é importante por reconhecer a idoneidade e permitir isenções fiscais estaduais à entidade

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IANSA funciona hoje como um dos locais de suporte aos pacientes com câncer e seus familiares em Franca (Foto: G1)

​O IANSA (Instituto de Apoio Nossa Senhora Aparecida), entidade que oferece apoio a pacientes com câncer e seus familiares em Franca, pode se tornar de utilidade pública. Pelo menos é o que prevê o projeto de lei 745/2016, de autoria do deputado estadual Roberto Engler. O título, além de reconhecer a idoneidade da entidade,
permite isenções fiscais estaduais e, em conjunto com a utilidade pública
federal, isenção da quota patronal do INSS, hoje 20% sobre a remuneração de
funcionários. 

Fundado em 2011, o IANSA surgiu em razão de um drama pessoal de sua
fundadora, a assistência social Eliane Aparecida Bonine de Melo. Após tratar um
câncer de mama, ela presenciou a difícil situação das famílias e pacientes da
região que se tratam em Franca sem condições adequadas de hospedagem e
alimentação.

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“Com boa vontade e dedicação da diretoria e dos voluntários, o instituto
desenvolve um trabalho fraterno e solidário. Esperamos que a aprovação da
proposta possa colaborar positivamente para essa atuação”, afirmou o deputado
Roberto Engler.

A entidade

O IANSA é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, na área da
saúde e da assistência social, e tem como objetivo proporcionar um ambiente
acolhedor após um longo tratamento quimioterápico e radioterápico no Hospital
do Câncer, oferecendo hospedagem e refeição. Hoje, cerca de 500 pessoas
utilizam mensalmente os serviços do instituto.

Atualmente, o instituto conta com dois funcionários e mais de 30
voluntariados que colaboram nos afazeres diários. A entidade é mantida com o
lucro obtido por meio de bazares e eventos beneficentes.

O projeto de utilidade pública será avaliado pela Comissão de Constituição,
Justiça e Redação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O parecer
do órgão é conclusivo.

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