Não muito afeitos ao diálogo politico, que deixou de ser um importante referencial político para a região, agora ainda mais em lados opostos, Gilson de Souza e Roberto Engler, enquanto deputados, nada fizeram para mudar a quase que completa inoperância do Aeroporto Estadual de Franca, “Tenente Lund Pressoto”.
Com isso, a boa estrutura que o aeródromo de Franca tem, administrado pelo Departamento Aeroviário do Estado de SP, fica relegada a uma quase completa inutilidade, já que para efeitos econômicos efetivos à cidade, os números são pífios e desanimadores.
Com Gilson de Souza eleito prefeito para o período 2017-2020 não é preciso esperar nada além do que já se viu: o completo distanciamento das duas principais forças políticas francanas no plano estadual, ao contrário do que deveria ser praxe, ou ao menos circunstancial: a união em favor da cidade.
O Aeroporto Estadual de Franca é apenas um dos exemplos de muitas questões que poderiam ser resolvidas na cidade pela via-política, através de seus representantes com mandato eletivo.
São apenas 167 passageiros ao mês, em média, de janeiro a agosto deste ano. No mesmo período a estrutura movimentou apenas 188 pousos e decolagens e como sempre, nenhum avião de carga em nenhum dos oito meses registrados neste ano.
O Jornal da Franca, que acompanha as estatísticas do “Lund Pressoto” desde sua primeira edição tem chamado a atenção para o baixo e inexpressivo resultado oferecido pelo aeroporto para a economia local.
Nenhum vôo regular, apenas 121 passageiros por mês

Apenas 157 pousos e decolagens, apenas 3 arremetidas

Nenhum kg de carga chegando ou saindo




