As barragens de Germano e Santarém correm o risco de rompimento também.
O reservatório da usina hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga), em Santa Cruz do Escalvado, a 100 quilômetros de Mariana (MG), está sendo esvaziado às pressas, por causa do risco de rompimento da barragem de Germano, estrutura da empresa Samarco que ainda ameaça ruir.
A ideia é que, caso Germano estoure, o reservatório de Candonga, que tem capacidade para 544 milhões de metros cúbicos, sirva como barreira de contenção para a lama, impedindo que ela siga pelo rio Doce, a exemplo do que ocorreu com os rejeitos das Barragens Fundão e Santarém da Samarco. No centro de Santa Cruz do Escalvado, cidade de 8.000 habitantes distante cerca de 5 km da barragem, moradores dizem não acreditar que o reservatório será esvaziado.



