
Mariangela Cerrato era funcionária de uma companhia de seguros, em Pamonte (Itália). Com medo de perder o emprego, decidiu afastar aquela que considerava ser a sua principal ameaça: a colega Alice Bordon.
Durante vários meses, dissolvia ansiolíticos no café. O objetivo era que a colega dormisse durante o turno de trabalho e fosse despedida.
Contudo, a artimanha foi descoberta e Mariangela, de 53 anos, não só foi despedida como condenada a quatro anos de prisão por ter causado “lesões graves à colega”.




