
Aipim, macaxeira, mandioca: em cada canto do país, ela assume um nome e um uso diferente.
No Norte, é transformada nas tradicionais farinhas d’água ou de puba, que são fermentadas em água, em um processo passado de geração em geração pelos índios.
A farinha de mandioca também está na base da alimentação dos nordestinos, mas eles não fermentam o alimento e, por isso, a chamam de “seca”. Pelo Nordeste, também estão presentes nos tradicionais beijus e, agora, na cerveja.




