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Mulheres que engravidam mais tarde podem viver mais, afirma estudo

Os resultados da pesquisa com 1.200 mulheres foram publicados na revista 'Menopause'

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Mulheres que engravidam mais tarde podem viver mais
Os resultados da pesquisa com 1.200 mulheres foram publicados na revista 'Menopause'

Um novo estudo, publicado na revista “Menopause”, sugere que ter filhos mais tarde pode significar uma maior longevidade para a mães.

De acordo com a publicação, há muito que a ciência sabe que um material genético chamado ‘telômeros de leucócitos’ é crucial para manter os genomas estáveis. Acredita-se que estes fornecem informações valiosas sobre as perspectivas de mortalidade.

Estudos anteriores sugeriram uma ligação entre o comprimento dos telômeros e condições cônicas. Acredita-se que telômeros mais longos estão associados a uma melhor saúde, enquanto que telômeros mais curtos podem ser um sinal de problemas, incluindo diabetes tipo 2, doenças neurológicas, câncer e doenças cardiovasculares.Mas o estudo atual foi mais além.

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Os investigadores analisaram 1.200 mulheres na perimenopausa e na pós-menopausa e o comprimento dos seus telômeros. 

Os resultados vêm confirmar as descobertas de uma pesquisa anterior, de menor dimensão, que descobriu que a idade de uma mulher no nascimento do seu último filho tem uma associação positiva com o comprimento dos telômeros.

Em outras palavras, as mulheres que dão à luz mais tarde na vida são mais propensas a ter telômeros mais longos, o que está associado a uma melhor saúde e longevidade.