De 20 a 23 de outubro, a equipe da Unesp de Franca, composta pelas alunas Ana Luiza Pacífico (3º ano), Bruna Giabardo (4º ano), Carolina Meneghello (5º ano) e Rafaella Salomão (5º ano), sob orientação da Professora Flavia Foz Mange, participou da VII Edição da Competição Brasileira de Arbitragem, realizada em Porto Alegre pela CAMARB.
A competição é uma oportunidade educacional única na qual os alunos simulam a participação em uma arbitragem.
A organização da competição organiza um caso complexo (este ano envolvendo matéria societária), divulga os contratos e documentos do caso.
Com base nessas informações, os times de cada faculdade elaboram memoriais escritos como Requerente e como Requerido, desenvolvendo habilidades de argumentação e escrita jurídica.
Após a fase escrita, as equipes participam da simulação de uma audiência arbitral na qual cada equipe tem 30 minutos para expor seus argumentos e responder às perguntas dos árbitros, desenvolvendo habilidades orais e de raciocínio lógico.
A competição acontece todos os anos.
O caso é divulgado em maio/junho, a fase escrita encerra-se no final de julho e a fase oral ocorre em outubro. As informações sobre a competição estão disponíveis no site: http://competicao.camarb.com.br/
As alunas que participaram da Edição de 2016 da Competição Brasileira de Arbitragem compartilham como foi a experiência:
“Participei pela primeira vez da competição esse ano e foi uma experiência extraordinária. Simular uma arbitragem, com um caso que fomenta discussões, permitiu um contato maior com a matéria de direito societário, para além do campo teórico. O intenso trabalho de pesquisa que uniu doutrina, jurisprudência e fatos do caso faz com que simulemos o papel de advogados também no momento da pesquisa, e não apenas na audiência. Sem dúvidas é uma experiência que gostaria de viver novamente.” (Ana Luiza Pacífico)
“2016 foi a minha segunda oportunidade participando da Competição Brasileira de Arbitragem da CAMARB. Posso dizer que a competição altera como vemos o direito, testa nossos conhecimentos e nos aprimora como profissionais. É incrível ver como realmente utilizar os institutos legais para desenvolver um argumento, e devido ao fato de que temos que aprender as justificativas de ambos os lados nos coloca em contato com os embates doutrinários atuais mais ricos sobre os temas de mérito e jurisdição. É uma oportunidade singular para quem quer desenvolver uma boa oratória e linha argumentativa.” (Rafaella Salomão)




