
O sabor é idêntico ao da noz e a planta originária do Egito, onde foi usada como alimento e como medicamento. Pois é, a linhaça é uma semente antiga, mas nos últimos anos voltou aos holofotes por ter seus inúmeros poderes descobertos. Uma das maiores fontes de ômega 3 e rica em lignanas, um fitoesteróide que imita a ação do hormônio estrogênio, a linhaça também é cheia de nutrientes, fibras e outras substâncias que ajudam a diminuir o risco de doenças. Por ter tantas funções, a linhaça passou a ser considerada um alimento funcional. “É toda substância que neutraliza radicais livres, combate o excesso de gorduras no sangue, desentope e mantém livres as artérias – que defendem e fortalecem o organismo -, combate o envelhecimento celular e o aparecimento de doenças cancerígenas”, explica a nutricionista Carina Simone Santos.
E vários estudos confirmam o poder dela, como pesquisas realizadas pela Universidade de Monash, na Austrália, que comprovam que pacientes que consumiram continuamente a semente tiveram reduzidos os sintomas da menopausa, além da diminuição do colesterol e do peso. Recentemente, outro estudo canadense provou que a semente tem o poder de diminuir o risco de tumores no cólon e na próstata. Além disso, a linhaça ajuda no controle da glicemia, na redução da prisão de ventre, na regularização da pressão arterial, diminuição da retenção de líquidos e redução dos sintomas da menopausa dos riscos de inflamações. Para completar, atua na prevenção da obesidade.
A forma certa de usar




