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Secretaria da ​Saúde alerta que prevenção a dengue deve ser permanente

Da região central até o Jardim Flórida, o índice registrado é de alerta e preocupa os agentes sanitários

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No último sábado, 19 de novembro, foi comemorado o Dia Nacional de Combate á Dengue, que envolveu vários agentes, num trabalho contínuo feito nos últimos meses, com vistoria nas residências, nos terrenos vazios e a todos os locais em condições com suspeita de larvas do mosquito.  

As equipes da Vigilância Ambiental, órgão que cuida de uma das áreas da saúde pública, em parceria com outros setores da Prefeitura, fizeram abordagens e orientaram a população, utilizando produtos que ajudam na eliminação das lavras do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, Zika e Febre Chikungunya.

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Observou-se uma grande colaboração da população que, em sua maioria, além de estar cuidando de forma adequada de lixos, vasilhas e garrafas vazias e recicláveis, também auxilia no cuidado com lugares, onde pode haver criadouros do mosquito.

Os agentes da Vigilância, atuando neste trabalho de prevenção, conseguiram atingir com êxito a meta desejada, percorrendo centenas de moradias, preservando e proporcionando mais segurança a todas às pessoas, de forma a estarem protegidas em seus ambientes de convívio particular e público, diminuindo os riscos das doenças transmitidas.

Nas últimas estatísticas, relacionadas ao IDL (Índice de Densidade Larvária), feito quatro vezes ao ano, ocorridas em outubro/16, com visitas a 4.843 residências, foi constatado um número de risco para a população em alguns setores, servindo de referência para o trabalho preventivo de campo, que será cumprido até o final deste ano.

A média dos indicadores de pesquisa aponta 0.4, o índice de tranquilidade é 1.0 ou menor que este número. Na região central até Jardim Flórida, o índice registrado foi de 1.2 e no Complexo Aeroporto até o Elimar, o indicador foi de 1.0. 

Segundo a Vigilância, os números são preocupantes, principalmente, porque essas regiões foram trabalhadas no período de maior incidência de chuva, e, portanto, retratam melhor a realidade do município. Acima do nível de 1,5 há risco de epidemia.

Outra observação das equipes é que independente desses dados, o combate a dengue é um trabalho permanente, portanto, a cooperação das pessoas deve ser contínua, como tem sido o trabalho dos agentes envolvidos em manter a situação estabilizada e, assim, diminuir o risco do agravamento da situação.

Cesar Colleti

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