
Depois de desempenhos ruins no Dia das Mães, dos Namorados e dos Pais, todos atropelados pela pandemia, a Black Friday deve ser a primeira data comemorativa pós covid-19 em que o varejo apresentará crescimento real, segundo projeção da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
A alta de 1,8% (já descontada a inflação) será impulsionada principalmente pelo comércio online, avalia a entidade. A confederação estima um avanço real de 61,4% no volume de vendas feitas exclusivamente por canais digitais em comparação com a Black Friday do ano passado.
“Em 2020, mais do que em qualquer outra edição, a Black Friday deverá expor a diferença de desempenho entre as lojas físicas e as lojas online”, afirma o presidente da CNC, José Roberto Tadros.




