O custo de uso do sistema de distribuição para a indústria brasileira é um dos mais competitivos no contexto internacional, segundo levantamento apresentado ontem pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).
Por outro lado, a tarifa cobrada dos grandes consumidores – que também incorpora despesas com compra de energia, rede de transmissão e tributos – é a sétima mais alta do mundo.
O cruzamento de dados dos países, com base na taxa de câmbio média de 2015, indica que as 63 distribuidoras do Brasil cobram a tarifa média de US$ 119 por megawatt-hora (MWh) do seguimento industrial (alta tensão), com carga tributária de 7%.
O ranking é liderado pela Itália, onde se pratica uma tarifa de US$ 263 por MWh, com impostos de 40%.




