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As especificações “Não contém glúten” e “Não contém lactose” são cada vez mais comuns de se ver nas prateleiras dos supermercados. A dupla é o assunto do momento e o mercado se adaptou às necessidades daqueles que têm doença celíaca, no caso do glúten, ou algum grau de intolerância a esses alimentos e estão cada vez mais conscientes de seus problemas.
O glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e malte, que ajuda a dar a “liga” para algumas preparações, como pães e massas, por exemplo. Segundo a nutricionista Bianca Naves, do NutriOffice, “de acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos, cerca de 1% da população apresenta doença celíaca”. A nutricionista explica que “esta é uma desordem sistêmica autoimune que acontece devido à ingestão de glúten, e que causa uma inflamação crônica nas paredes do intestino delgado”.




