Presa há quatro dias, a prefeita Dárcy Vera (PSD) está proibida de ter qualquer contato com familiares e amigos. Até a semana do Natal, a chefe do Executivo só poderá conversar com advogados, além de representantes da Polícia Federal e da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ).
O isolamento pelo prazo de 15 dias é uma regra da Superintendência da Polícia Federal de São Paulo, onde Dárcy está presa preventivamente desde sexta-feira, quando foi deflagrada a 2ª fase da Operação Sevandija, batizada de Mamãe Noel. A prefeita é acusada de corrupção, peculato e associação criminosa.
Se for transferida para uma penitenciária nos próximos dias, a prefeita se adequará às regras do local. Até ontem, a advogada Maria Cláudia Seixas não havia ingressado com habeas corpus no TJ-SP (Tribunal de Justiça).
Questionada sobre a situação da chefe do Executivo, a advogada disse apenas que “ela está bem”. A Superintendência da Polícia Federal não divulga informações sobre alimentação ou estado emocional dos presos. Na prefeitura, “o clima é de muita tristeza” e nem mesmo o primeiro escalão do governo tem informações sobre Dárcy Vera.




