
Cada vez que é abordado por um antigo admirador –na maioria das vezes, saudosistas dos anos 1970 –, Sidney Magal faz questão de deixar as coisas às claras: a figura do amante latino, imortalizado em música (em 1977) e filme (em 1979), já não é mais o mesmo.
Sorridente, ele faz questão de dizer que não requebra como antes por culpa da barriga saliente e que, se ainda faz caras e bocas, é por conta da dor no nervo ciático.
“O público fala: ‘Cadê aquele salto alto? Cadê aquela calça apertada? Os peitos de fora?’. Minha filha, meu peito está caído, não dá mais para usar essas blusinhas”, ele ri.




