
A maioria dos pacientes hospitalizados com a covid-19 no início de 2019 na China continua apresentando pelo menos um sintoma da doença mesmo seis meses depois dos primeiros sintomas. É o que revela um estudo divulgado pela revista médica The Lancet.
Relatos de persistência dos sintomas e sequelas são comuns entre pacientes e já motivaram a criação de centros de reabilitação específicos para essas pessoas – o que mostra que ser um “recuperado” do coronavírus não significa necessariamente estar curado. Mas o trabalho de agora é o primeiro a traduzir em números esse impacto de longo prazo.
Os pesquisadores, liderados por Chaolin Huang, do Hospital Jin Yin-tan – de Wuhan, onde surgiu a doença –, avaliaram 1.733 pacientes diagnosticados entre janeiro e maio com acompanhamento entre junho e setembro passados.




