
Há um ano, em pleno feriadão de carnaval, enquanto muitos pulavam pelas ruas, indiferentes ao coronavírus, os funcionários do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, se deparavam com um paciente que demandava atenção extra.
Ele chegou ao pronto-atendimento por volta das 20h do dia 24 de fevereiro, segunda-feira. Tinha tosse, dor de garganta, febre, coriza. Resfriado normal? Poderia ser, mas seu relato de viagem recente à Itália, onde a Covid-19 já fazia vítimas, acendeu um alerta na equipe.
“Ele tinha voltado da região da Lombardia três dias antes”, lembra Fernando Gatti, infectologista que recebeu naquela noite uma ligação do pronto-socorro e assumiu o caso.




