Sem convênio, haverá aumento dos custos com insumos e o preço dos alimentos ficará mais caro
“Sem a prorrogação do Convênio ICMS 100/97 haverá aumento dos custos com insumos e o preço dos alimentos ficará salgado para quem está ponta da cadeia. A FAESP clama por essa importante decisão, que permitirá a estabilidade do setor”, afirma Fábio de Salles Meirelles, presidente da entidade.
O dirigente reforça a relevância da pauta para a sociedade e esclarece que “a população de mais baixa renda, que destina a maior parte do seu orçamento à alimentação, é quem pagará essa conta”. O convênio interestadual existe há 24 anos, proporciona segurança jurídica e competitividade à indústria paulista de insumos.
“A prorrogação evitará o aumento do ICMS sobre os insumos agropecuários. O pleito do agronegócio para sua manutenção está com o Confaz, que avaliará a medida”, explica Meirelles.
Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária, apenas dois estados brasileiros ainda não decidiram sobre a prorrogação do Convênio 100: Sergipe e Ceará. Para ser prorrogada, a medida precisa ter concordância de todos os secretários da Fazenda dos Estados.




