Trabalhador em fábrica de calçados — Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV
Dono de uma fábrica de componentes para calçados em Franca, Orlando Gomes fechou, há dez dias, uma seção que produzia 96 mil palmilhas por mês. Um dos motivos, segundo ele, foi o preço do poliuretano injetável, matéria-prima utilizada na produção.
“Nós comprávamos a matéria-prima a US$ 3,85 e, hoje se paga mais de US$ 5. Nós temos uma desvalorização do real muito forte”.
“Para quem é exportador, perfeito, mas nós, que somos importadores e indústria de terceira geração, pagamos um preço muito alto, que é a variação cambial”, diz.




