Um aplicativo criado por uma Startup de Curitiba e lançado há pouco menos de dois meses promete ganhar o Brasil. É o Miss Táxi, que possibilita aos usuários (que podem ser homens ou mulheres) solicitarem corridas em táxis dirigidos exclusivamente por mulheres.
Com cerca de 600 usuários e 100 taxistas cadastrados, o aplicativo tenta se consolidar na Capital ao mesmo tempo em que começa a disputar novos mercados — outras nove capitais já estão recebendo o pré-cadastro de taxistas, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro, dois dos maiores mercados de táxis no País.
De acordo com Eduardo Hofman, diretor comercial do Miss Táxi e um dos criadores do aplicativo (o outro é seu sócio, André Colares, diretor de tecnologia), o público principal do dispositivo são mulheres que saem a noite, com idade de 18 a 30 anos. Pessoas de idade, executivos, crianças e pessoas da comunidade LGBT também fazem parte do público-alvo da empresa.
“Hoje, 5% dos taxistas são mulheres. Há algumas proposta, até no âmbito federal, para estabelecer um mínimo de 10%, o que mostra como tem uma demanda pelo serviço. E esse é um dos objetivos da plataforma, reforçar o trabalho feminino num mercado tão masculino”, afirma Hofman.




