Felicidade é um conceito em voga nos dias de hoje. Busca-se um cônjuge ideal para ser feliz, um corpo perfeito para ser feliz, um trabalho rentável para ser feliz, viagens a lugares lindos com a esperança de lá encontrar a felicidade, mas apesar de tudo isso muitos não vivem plenamente uma vida feliz. Há quem diga que os fins justificam os meios e o que importa mesmo é ser feliz! Será?
Será que felicidade é um termo abstrato? Será que ser feliz só é possível nos filmes da Disney? Particularmente, eu penso que todos procuramos ser felizes, de uma forma ou de outra, haja vista é o tão sonhado encontro com a felicidade que nos move todos os dias. Quer ver um exemplo: você não faz a barba, cuida dos cabelos, treina semanalmente, compra roupas “transadas” para ficar dentro de casa e solteiro, não é? Tenho certeza que tudo isso tem um propósito: a companhia de uma pessoa especial para que se sinta mais “feliz”.
Embora esse tema tenha muito o que explorar, quero neste artigo apenas trazer à lume uma ideia simples, mas que pode ajudar você na busca por ser feliz. A felicidade está diretamente atrelada a viver seus valores pessoais.Todos nós carregamos uma gama de valores pessoais que guiam nossos passos e decisões na jornada da vida. Sempre que esses valores são respeitados e atendidos, cria-se então um estado interno de felicidade. Para ilustrar isso, posso dar mais um exemplo: se um dos seus valores é família, o fato de você ser solteiro, ou divorciado, ou vivenciando uma crise no lar, indubitavelmente a negligência desse valor fará com que você não esteja feliz. Simples assim!
Tendo isso em vista, pode-se estabelecer a fórmula da felicidade: CV = MMI, onde CV é a sua condição de vida (seu estado atual) e MMI é o modelo de mundo interno (seu mundo interior, sua forma de ver a vida, seu mindset). Quando esta equação está desequilibrada, vive-se um estado de infelicidade, como no exemplo citado acima do valor familiar.




