UTI em hospital de São Paulo – foto Eduardo Anizelli / Folhapress
“É bem angustiante. A gente está sempre driblando a situação”, diz a auxiliar de enfermagem Solange Neves. “Às vezes, a gente luta, luta, luta e…”, suspira, sem terminar o raciocínio.
Solange trabalha em um hospital de campanha de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, onde sete pessoas com coronavírus já morreram esperando transferências para vagas de UTI.
Ali, os profissionais da saúde têm aprendido a improvisar para manter os pacientes vivos o maior tempo possível, à espera de uma vaga de terapia intensiva que às vezes não chega.




