As guerrilheiras vão à luta armada contra
terroristas do Estado Islâmico no Curdistão e criam uma revolução
cultural no Oriente Médio: elas se armaram e vêm enfrentando os terroristas do EI,
lutando na região entre a Síria e a Turquia lado a lado com os guerrilheiros do
YPG contra os radicais do EI: já conseguiram manter a cidade de Kobani
independente, seguem lutando pela independência de outras cidades e o seu país,
se sacrificam pela liberdade do Curdistão. Até agora nem a poderosa coalização
formada por Estados Unidos, França, Inglaterra conseguiu derrotar os
terroristas fundamentalistas do Estado Islâmico (EI) mas as mulheres
curdas mostram que o desafio é grande mas pode ser vencido: as informações
estão em um texto do antropólogo David Graeber que relata a resistência
heróica destas guerrilheiras no site Evrensel. A liberdade cultural e
religiosa, a defesa de suas vidas, do povo Curdo e da liberdade de viver estão
entre os objetivos destas mulheres fora do comum, que entre uma luta e outra
ainda se preocupam com uma revolução cultural na sua terra. Em meio à violência
da atualidade, que predomina lá, como em muitos outros lugares do planeta, elas
mostram que existe esperança.





