No antigo “curso ginasial” era
comum entre estudantes inventar definições diferentes das matérias estudadas,
com o propósito de auxílio à memória. Na época, inventei minha definição de
“História”.
“A História é a
sucessão dos sucessos sucedidos sucessiva e sucedaneamente, sucedendo-se
sucessivamente à sucessão dos sucessos sucedidos; e sucedida sucessivamente à
sucessão dos sucessos a se sucederam sucedaneamente! ”
Infantilidade da idade
e geradora de alguma confusão, mas bem próxima do que ocorre nos dias atuais.
Com um complicador: já incorporamos à linguagem literária a palavra
“Estória”, de tal maneira que “História” seria o registro real dos fatos e
“Estória” o registro de ideias ficcionais. Em linguagem mais simples:
“Estórias” não são reais, são inventadas: romances, contos, boatos crônicas,
novelas, filmes… Fantasiosas: escritas, orais, representadas…
Todavia, ocorre no
Brasil outro complificador: as manifestações dos políticos: escritas ou
faladas, são dificilmente classificáveis. Basta verifica o que
ocorreu dos últimos doze anos até hoje.




