Mesmo sem a pandemia, Franca já vivia uma situação precária na área da ação social, com inúmeras pessoas sem tetos e com grande número de pessoas que vivem em pobreza extrema.
Os cruzamentos e os semáforos estão repletos de gente que apela por ajuda da comunidade.
Os vãos de pontes, pontilhões e marquises estão cheios de pessoas que fazem desses locais suas moradias – temporárias ou permanentes.
É comum ver gente esticando plástico e fazendo barracas em áreas privadas ou públicas e fazendo delas a sua morada permanente, sem nenhuma ação do poder público.




