Para a intuição, basta um olhar. Tanto que a origem da palavra vem do Latim Latim INTUITIO, “um olhar, uma consideração”, de INTUITUS, particípio passado de INTUERI, “olhar para, considerar, avaliar”, de IN, aqui como “para, sobre”, mais TUERI, “olhar, vigiar”.
Para a conclusão será necessário, olhar, investigar, refletir, passar pelo viés da ciência ou de alguma disciplina como a própria teologia que pede um olhar para a história e para o sagrado ao mesmo tem.
Agir por intuição também leva a conclusão, mas é “daquele jeito”: Bater o olho e ponto. Só de olhar, superficialmente já se sabe no que vai dar.
Muito presente na arte, a intuição se materializa em telas inesquecíveis e memoráveis como Mona lisa (La Gioconda) de Leonardo da Vinci. É arte porque tem áurea (tem alma), é autêntica, não tem referência, veio de algum cantinho da mente ou da alma do “Léo”. Intuição.




