De acordo com o levantamento, o Tribunal de Justiça teve uma economia de cerca de R$ 250 milhões com o teletrabalho
Em notícia publicada pelo Estadão, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco, que lidera a adoção de teletrabalho na Corte, diz que a manutenção do teletrabalho após a pandemia não distanciará a população da Justiça.
O que os levou a manter o trabalho remoto após a pandemia?
Entendemos que isso funcionava bem em todos os aspectos, do trabalho, do conforto para magistrados e servidores, da economia orçamentária, decidimos dar um novo passo.
Estabelecemos o teletrabalho para as unidades administrativas. Em 120 dias, 70% dos servidores do tribunal vão trabalhar remotamente.
Estendemos a medida para magistrados e servidores. Para estes, ele será de até 50%, pois não podemos deixar de atender fisicamente nos fóruns e no tribunal.




