Os golpistas que se passam por instituições que oferecem serviços para conseguir os dados e cometerem crimes de estelionato
Um levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) apontou que os golpes financeiros contra idosos cresceram 60% durante a pandemia, a maior parte deles ligados a pessoas que convencem os aposentados a revelarem suas senhas.
Segundo o site do jornal Metrô, são golpistas que se passam por instituições que oferecem serviços para conseguir os dados e cometerem crimes de estelionato.
Isca
As mudanças na realização da prova de vida pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) acabaram se tornando a principal isca para enganar os aposentados.
Estelionatários passaram a pedir documentos, dados pessoais e senhas de idosos por telefone, SMS e WhatsApp alegando serem funcionários do instituto.
A prova de vida é utilizada para evitar fraudes e pagamentos indevidos.
Aposentados e pensionistas do INSS precisam comprovar anualmente que estão vivos para continuar recebendo os benefícios.
Aglomeração
Mas a Previdência suspendeu em março do ano passado a obrigatoriedade para evitar aglomeração em agências.
A retomada oficial de bloqueios pela ausência da prova acontece a partir do próximo mês.
Neste mais de um ano sem a ação, o INSS lançou também um projeto piloto para realizar a prova por aplicativo, neste caso para alguns aposentados e pensionistas que possuem biometria registrada nos sistemas do governo.
Os golpistas utilizam do convencimento para conseguir roubar os dados. Já os golpes usam a prática do “phishing” ou pescaria digital.
Aplicativos
Neles, os criminosos enviam links através de aplicativos ou por e-mail para que a vítima clique e forneça dados pessoais ou bancários.
O INSS alerta que nunca entra em contato por telefone, SMS ou WhatsApp para solicitar a prova de vida.
Segundo o instituto, a atividade só pode ser feita presencialmente e, para alguns poucos casos, pelos aplicativos Meu INSS e dos próprios bancos.



